“E eis o negro reabilitado, “de pé no passadiço”, governando o mundo com sua intuição, o negro recuperado, recomposto, reavido, assumido, e é um negro, não, não é um negro, mas o negro, alertando as antenas fecundas do mundo, plantado no palco do mundo, aspergindo o mundo com sua força poética, “poroso a todos os sopros so mundo”. Eu me caso com o mundo! Eu sou o mundo! O branco jamais compreendeu essa substituição mágica. O branco quer o mundo; ele o quer apenas para si mesmo. Ele se descobre senhor predestinado deste mundo. Ele o escraviza. Estabelece-se entre o mundo e ele um vínculo apropriativo”.

Frantz Fanon

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